No mês passado eu ví um post muito legal no blog MAB, falando sobre um aplicativo para leitura de QR Codes que interpretou um código todo coloridinho e bonitinho da Luis Vuitton. Fiquei curiosa, já que o tema duplamente me interessa, e decepcionada: baixei o aplicativo para ter o tal do código e… caí num site web.
Essa semana, comprei a revista Galileu, gosto do conteúdo da revista e no meio da leitura me deparei com alguns QR Codes nas reportagens. Por se tratar de uma grande editora, fiquei curiosa e peguei o meu celular para ler o código. Decepção novamente, o código me levou para um site comum – caí no portal web da revista, ou seja, novamente a navegação adequada para celular.
Será que somente eu acho o “1/2″ mobile decepcionante (e quando digo 1/2, quero dizer feito pela metade mesmo, o que é diferente de “meio”). Poxa vida, o usuário se dá ao trabalho de baixar um aplicativo para acessar conteúdo através de seu celular e leva o usuário para um site que é inavegável de seu aparelho? E olha, o meu celular nem é dos mais inadequados – usei um N95 da Nokia, que lê inclusive Flash. Porém a navegação e leitura são tremendamente desconfortáveis.
Me parece preguiça, tecnologia mau aplicada ou coisa para investidor ver, pois indica que em nenhum momento se pensou no usuário. Imagine o que um usuário com pacote de dados limitado não gasta de sua banda contratada em ações mal resolvidas como essa?
